Falou e disse!
"A segunda coisa que a gente perde é a memória. A primeira eu esqueci."
- Hernani Cunha
Viagem sem noção
Esse pedaço aqui é pra postar o que (não) bombou na viagem. Não bombou porque bomba aqui resulta em guerra.
Betel de Brooklyn
Break no metro
Pokemon Center
Fast-foods (todos)
Haagen-Dasz barato
Loja de Friends
Vou esquecer
Aqui é para eu lembrar de coisas que na verdade são pra esquecer.
Sujeira do metro
Cochilo na Broadway
Lingua inglesa
KFC
O que eu tô ouvindo
Thank you
Sorry
You're welcome
Meeeeen
Abro os olhos e vejo
Elevador
Metro
Taxis padronizados
Fast-food
Tô tentando ler...
Bíblia
Mapa do metro
Guia de Nova Iorque
Metro
am
NY Post
Daily News
Folders
Vida Express
quarta-feira, setembro 01, 2004
Semana espiritual
9 a 15 de Agosto
Semana de Congresso
Tudo começou numa segunda de vigília. Aliás, de vigia, no Salão de Assembléias. Fiz turno com o Leonardo e foi legal dar umas lidas nas Geek que ele compra. Passamos a noite conversando sobre computadores e internet banda larga.
Terça-feira é que foi a maior parte da vigília, pra falar a verdade. E foi um dia literalmente cheio. Saí do Grande Rio e fui pro estágio, então fui dirgir o campo de tarde, o estudo de livro e só depois fui dormir. Ufa!
Na quarta, acabou meu contrato no estágio e pra me despedir, fui almoçar com a Joice no Outback. Devoramos as batatas com queijo e bacon e um thunder de chocolate, chantilly, sorvete e calda quente... Formidável...
Quinta fui na limpeza do Salão com Maurício, Priscila, Zugo e Brunão. Limpamos a parte atrás do palco, revoltados com alguns irmãos que pisavam onde tínhamos acabado de limpar.
Sexta começou o congresso e fui direto pro balcão do serviço voluntário. Levei o laptop pra imprimir os cartões de voluntário, mas não tinha tomada. Pra desespero do Marcos Rezende que tinha tirado sarro da cara do Cláudio e sua máquina de escrever. O Rondon saiu-se bem e graças a Olivetti dele fizemos nosso trabalho. O Marcos nem apareceu mais...
Sábado e Domingo o programa continuou ótimo, culminando com um dos dramas mais emocionantes que já vi. A história de Paulo teve como conseqüência pelo menos dois olhos lacrimejantes (os meus, onde várias lágrimas escorreram).